segunda-feira, 11 de março de 2013

CANTANDO O SIMBOLISMO


O SIMBOLISMO EM PORTUGAL

Em 1915, Portugal entra oficialmente no Modernismo com o lançamento da revista “Orpheu”. Antes, em 1890, o país iniciou forte vivência literária no Simbolismo que iniciou com a publicação do livro de poemas “Oaristos” (diálogo amoroso), de Eugênio Castro.
Portugal passou por crise econômica entre os anos de 1890 e 1891, descrédito em sua monarquia e assim como ocorrera com o Simbolismo brasileiro, a literatua simbolista portuguesa foi influenciada pela França, berço do Simbolismo. Nesta época surge o grupo “Os Vencidos da Vida” formado por Eça de Queirós, Guerra Junqueira e outros escritores que tinham uma visão depressiva e melancólica da realidade.
Eugênio de Castro, autor da “Oaristos”, nasceu em Coimbra, em 1869. Viveu em Paris, onde absorveu a tendência simbolista, era formado em letras e exerceu o magistério, morreu em 1944.
Antônio Nobre nasceu na cidade do Porto, em 1867, sua única obra publicada em vida foi a obra “Só”, em 1892. Assim como Eugênio de Castro, Também viveu em Paris, e trabalhou como diplomata, falecendo depois de retornar a Portugal, em 1900.
Camilo Pessanha é o terceiro autor mais destacado do Simbolismo português, nasceu na cidade de Coimbra em 1867, onde formou-se em direito. O mais curioso em sua biografia é o fato de ter trabalhado em Macau, colônia portuguesa na China, onde exerceu a advocacia e o magistério, consumia ópio e faleceu de tuberculose em 1926.

CAMILO PESSANHA DECLAMADO - A EXPRESSÃO DO SIMBOLISMO http://youtu.be/iAgQTjOhJfI


LITERATURA E SUAS DIVERSAS EXPRESSÕES




Este Blog tem por objetivo divulgar, pensar, repensar e discutir o Tema: “ Literatura e as Novas Tecnologias”.
Iremos disponibilizar textos encontrados na bibliografia pesquisada, bem como vídeos e comentários de autores conhecidos ou não.

“Sabemos da dificuldade de incentivo à leitura aos jovens da contemporaneidade. As novas tecnologias tem uma inserção atuante na sociedade e nos processos que dialogam com esta, o que nos leva a observar e reconfigurar o panorama cultural atual.
Cultura e leitura é uma questão inevitável e política, na medida em que estes diálogos revelam sistemas de interação em interface, e polemizam conceitos cristalizados sobre a relação da Literatura com a sociedade, com os meios de produção, com os produtores, com os receptores e com sua própria natureza e função.”

Fonte: Literatura Brasileira e as Novas Tecnologias por Sonia Melchiori Galvão Gatto  Doutoranda em Comunicação e Semiótica (PUC-SP), Coordenadora do Curso de Letras da FASB (Faculdade de São Bernardo do Campo)


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